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quarta-feira, 15 de abril de 2009

DEPUTADO VIAJA, COME, BRINCA E O POVO PAGA!



Segundo o DN Online nessa matéria, o Deputado Fábio Faria trouxe um monte de gente para aparecer no carnatal ao lado dele usando os recursos da Câmara. O que ele quer, na realidade, é aparecer na mídia como alguém que é famoso, quase um artista, quando de fato ele deveria estar trabalhando pelo RN [até parece...] O cara foi eleito com a cara [sem trocadilho] para fazer o que? Nada ? Não se podia esperar alguma coisa de alguém que é eleito porque é lindo [não na minha opinião], como gritavam as "fãs" eleitoras quando ele passava em carreata.
É um absurdo a quantidade de verbas a que os políticos tem direito, aí o cara abusa mesmo, trazendo parentes e a namorada que ele considerou "companheira". Galisteu [feia pra caráleo] por sua vez, com sua fama herdada de Senna, se aproveitou também das verbas públicas. Se fosse uma pessoa idônea também não aceitaria viajar com o dinheiro público.
Olha, faz tempo que eu não acredito na política. Atualmente eu voto em um ruim para não eleger um pior, quando não anulo o voto.
Na época de eleição ouvimos "exerça sua cidadania", e os políticos protegidos por leis que eles mesmo fazem?Mas tem nada não, um dia nós teremos a opção de não votar nesse bando de cabras de peia.

Um comentário:

lisandra disse...

Bem, fiquei na dúvida se o tal deputado quis dar uma de bacana e pagou as passagens sem revelar a fonte ou se a namorada aceitou sabendo, na cara de pau.
Seja como for, é apenas mais um capítulo nessa história da tolerância brasileira com o uso indevido do dinheiro público, que ao invés de ser considerado dinheiro de todos, do povo brasileiro, é tratado como dinheiro de ninguém, sem dono, em que todo mundo quer passar a mão. Recentemente saiu uma entrevista na Isto é com o presidente do Conselho de Ética da Câmara dizendo que convidou uma certa pessoa para assessor porque tal pessoa era filho de uma amiga; era um rapaz que estava tentando passar no vestibular (e queria o cargo público para conseguir uma liminar para se transferir de universidade). Ora, um país em que o presidente, repito, do Conselho de ÉTICA, diz abertamente, numa revista de circulação nacional, que contrata quem quer, com dinheiro público, não pela qualificação, mas para agradar a uma amiga, não pode ser considerado um país de respeito.